FAT - Jornada de Conversas sobre Inclusão reúne alunos e especialistas em uma discussão sobre o capacitismo
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Jornada de Conversas sobre Inclusão reúne alunos e especialistas em uma discussão sobre o capacitismo


Você já ouviu falar sobre capacitismo? Esse foi o tema de mais uma etapa da Jornada UMJ de Conversas sobre Inclusão realizada pelo Núcleo de Acessibilidade da UMJ na última quarta-feira (18.11). O evento foi transmitido pelo canal da instituição, no Youtube, e reuniu alunos e especialistas em um bate-papo mediado por Erick Lucena, mestre em Direito e membro do Núcleo de Acessibilidade da UMJ, com a participação de Joanna Dhália Macedo, advogada e assessora jurídica da Defensoria Pública de Alagoas.

O capacitismo pode ser determinado como um conjunto de condutas preconceituosas e discriminatórias que ajuízam a pessoa com deficiência como inapta para o trabalho e incapaz de cuidar da própria vida. “Essa etapa da Jornada traz uma abordagem que proporciona uma discussão mais ampla. A atitude discriminatória é totalmente excludente com essas pessoas e hierarquiza suas posições sociais”, comenta Camila Sirqueira. “Todos os temas discutidos durante a Jornada são de interesse público. Por isso, é muito importante promover e facilitar o acesso a essa discussão. E o capacitismo é um ato discriminatório que pode ser considerado, também, um crime, presente na nossa legislação”, destaca Erick Lucena.

Joanna Dhália aproveitou o momento para esclarecer dúvidas sobre o tema, tornando-o mais acessível à população. “Uma das formas de evitar o capacitismo é apresentar soluções mais acessíveis à sociedade, em todos os âmbitos. Por exemplo, temos a Libras como uma língua oficial brasileira que não é difundida no nosso país. Trazer a obrigatoriedade dessa língua desde o ensino fundamental seria uma forma de cessar barreiras e facilitar o processo de inclusão desse indivíduo”, salienta.

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