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Graduar para empreender: faculdade é um ambiente propício ao surgimento de novas ideias


Uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor, com apoio do Sebrae, revela que o Brasil possui, aproximadamente, 22 milhões de empreendedores. Desse número, 22,4% são jovens adultos (25 a 34 anos) e 18%, jovens (15 a 24 anos). O motivo? A forma diferente desse público olhar o mundo e conceber ideias, com propósito de mudança, incentivada pela faculdade, ambiente de aprendizado e experimentação propício ao surgimento de novas ideias, assim como aconteceu com Mark Zuckerberg que, juntamente com seus amigos de faculdade, fundou a Facebook, uma das marcas mais poderosas do mundo.

Neste cenário, a educação empreendedora passa a ser mais valorizada. Alunos de instituições de ensino superior passam a ser incentivados e habilitados para agir dentro das novas perspectivas do mercado de trabalho, enfrentando riscos, criando novos negócios e gerando postos de trabalho.

O que é ser um empreendedor?

 

Ser empreendedor está ligado a uma postura, uma forma de ver o mundo focada em novas oportunidades. Ele não apenas abre uma empresa porque está desempregado ou necessita encontrar uma maneira de fazer dinheiro. O empreendedor abre uma empresa porque enxerga uma oportunidade e investe nela. De acordo com Gabriel Lumba, líder, em Maceió, da Rede Global de Empreendedorismo (RGE) – organização que tem o objetivo de disseminar e fortalecer a cultura empreendedora pelo mundo – o desconhecimento do mercado pelos empreendedores, a falta de conexão entre academia e mercado, e a falta de qualificação empreendedora no ensino médio são alguns dos problemas enfrentados pelo município. “A participação de instituições de ensino superior na rede, como é o caso da FAT, é de grande importância. Como formadoras dos profissionais do futuro, precisamos caminhar no mesmo sentido”, ressalta Lumba, que é profissional de Gerenciamento de Projetos com MBA nesta área, Bacharel em Administração e Tecnólogo em Marketing. “Fiz o curso de Marketing na FAT ao mesmo tempo em que estudava Administração em outra instituição. O curso tecnológico me fez acreditar que estava no caminho certo. Na instituição, encontrei um corpo docente preparado, alinhado com as exigências do mercado de trabalho”, conta ele. “A graduação não garante o sucesso, mas aumenta excessivamente a possibilidade de alcançar melhores resultados”, reforça ele.

A FAT compõe o comitê local da RGE e, segundo Carolina Simon, coordenadora do curso de Administração da instituição, “consegue plantar, por meio dos cursos oferecidos, a semente do empreendedorismo como alternativa para o desenvolvimento de Maceió”.

O caminho para o sucesso

Douglas Santos é aluno do 4.º período do curso de Gastronomia da FAT. Empreendedor no ramo de confeitaria, ele destaca-se na área de bolos decorados. Ouro na Olimpíada do Conhecimento 2016 – onde recebeu a tarefa de fazer um bolo de casamento em apenas uma hora – e um dos alunos destaque do curso da FAT (já venceu 3 desafios propostos durante as aulas), Douglas criou a La Chica, uma empresa de bolos decorados que tem como missão oferecer ao público as tendências da arte dos bolos decorados. Segundo ele, o curso de graduação está sendo de grande valia para seu plano de carreira. “A graduação nos dá a segurança necessária para enfrentar os desafios do mercado de trabalho, garantindo um diferencial técnico e um perfil empreendedor. As disciplinas de gestão financeira e empreendedorismo, já no início do curso, foram essenciais para o início da realização do meu sonho de construir carreira na área”, destaca ele.

O conjunto de métodos e procedimentos conquistados no ensino superior amplia as possibilidades de sucesso na construção de carreira profissional. Os irmãos João Paulo Amaral e Junior Amaral, concluintes do curso de Engenharia Civil da FAT, são mais exemplos disso. Proprietários da Amaral Engenharia, eles destacam o peso da graduação para a vida profissional deles. “Nosso pai é encarregado de obras e, ainda na infância, despertamos o interesse pela área. A FAT proporcionou um suporte diferenciado para a nossa formação, como o acesso a laboratórios de ensino, participação nos projetos de extensão e professores qualificados. E é essa qualidade que levamos para o mercado de trabalho e para a nossa empresa”, conta João Paulo.

E as mulheres são maioria entre os empreendedores. Ainda de acordo com a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, 51,5% dos empreendedores que iniciam negócios são mulheres, o que vem contribuindo para o aumento da autonomia financeira delas. Thays Farias é graduada em Gastronomia pela FAT e proprietária do food truck Sucréepe, que serve crepes recheados. Ela confessa que, sem o conhecimento absorvido durante o curso, empreender seria uma tarefa difícil. “Agradeço todo o aprendizado obtido durante minha formação em Gastronomia na FAT, que culminou na abertura do meu empreendimento no setor de alimentos. Investir na carreira profissional é fundamental”, conta ela que, no mês de junho, ficou em primeiro lugar no concurso de culinária junina promovido pelo programa “Pajuçara em Dia”, da TV Pajuçara, com a receita do Arroz Junino com Medalhinhas de Queijo Coalho criada por ela.

A nutricionista Lauana Ramalho trilhou o mesmo caminho. Em busca de mais conhecimento, encontrou no curso de Engenharia de Produção da FAT o que precisava para abrir a Be Fit, um delivery de comidas saudáveis. “O curso da FAT despertou em mim uma competência empreendedora, agregando valor à minha formação inicial, o que tem me ajudado bastante na gerência e produtividade da empresa”, destaca Lauana.

A coordenadora da FAT, Carolina Simon, reforça o auxílio da graduação também para a prática da visão empreendedora. “A graduação facilita a vida do empreendedor por meio das ferramentas, metodologias e o planejamento, uma grande bagagem de orientação sobre como gerir o próprio negócio. Eu acredito muito na força da educação e na busca constante por conhecimento, sem parar na graduação. Ao se especializar na área de atuação, as chances de sucesso são ainda maiores”, reforça Carolina.

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